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De olho no consumo infantil |
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O Instituto Alana, organização sem fins lucrativos, enviou esse ano uma sugestão ao Ministério Público para que o órgão cobre as empresas que anunciam produtos direcionados ao público infantil.Segundo o instituto, no Brasil, pela interpretação sistemática da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Código de Defesa do Consumidor, pode-se dizer que toda e qualquer publicidade dirigida ao público infantil é proibida. A organização cobra uma atitude semelhante ao dos Estados Unidos de não promoverem comunicação mercadológica dirigida às crianças.Essa sugestão atingiria diretamente grandes empresas, como a rede de fast food americana MacDonald’s que tem crianças e adolescentes como seu principal público alvo e muitas vezes vinculada à carência nutricional. |
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