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A Síndrome da Imunodeficiência adquirida é uma doença muito severa e que preocupa cada vez mais o Ministério da Saúde. O HIV, vírus da AIDS, ataca o sistema imunológico, deixando o corpo suscetível a doenças oportunistas como a Pneumonia, Sarcoma de Kaposi, Toxoplasmose entre outras. No Brasil a cada 100.000 habitantes, 18 são soropositivos, apesar dos avanços na área médica que dobraram o índice de sobrevida para cerca de 108 meses, a maioria das pessoas não suporta a severidade da doença.
A transmissão da AIDS pode ocorrer por transfusão sanguínea, através da utilização de seringas contaminadas (comum em indivíduos dependentes de drogas) e também passada de mães infectadas para recém-nascidos, porém, a principal forma de contaminação é a relação sexual. Antigamente a maior parte da população acreditava que a AIDS era uma doença do público homossexual, no entanto, recentes pesquisas mostraram que o índice de mulheres casadas com HIV aumentou. Os últimos dados mostram que 73,1% das mulheres acima dos 50 anos tem vida sexual ativa e apenas 22,3% usaram preservativo na última relação sexual.
Com isso, o número de mulheres nessa faixa etária com HIV triplicou nos últimos anos. A grande maioria é casada e possui filhos e nunca imaginou que o marido pudesse manter relações sexuais com outras mulheres, por isso, a maioria não exige que o marido utilize preservativo. Com base nesses dados, a campanha para o Dia de Combate e Prevenção da AIDS de 2008 realizado no dia 1º de Dezembro tem como objetivo atingir esse público com o seguinte slogan “Sexo não tem idade, proteção também não”. |